A Justiça do Amazonas determinou que Meirilany Silva da Silva volte a cumprir prisão preventiva em regime fechado. Ela havia sido presa em flagrante durante uma operação contra o tráfico de drogas que terminou com a morte do investigador da Polícia Civil Luciano Carvalho de Sena, em Manaus.
Inicialmente, Meirilany passou a cumprir a prisão em regime domiciliar por estar grávida. No entanto, segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), ela não foi localizada e passou a ser considerada foragida.
A decisão liminar foi assinada neste domingo (26) pelo desembargador plantonista Flávio Humberto Pascarelli Lopes, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A medida suspendeu a prisão domiciliar concedida anteriormente e determinou que a investigada seja encaminhada a uma unidade prisional para cumprir a prisão preventiva.
Luciano Carvalho de Sena morreu na sexta-feira (24), durante uma operação de combate ao tráfico de drogas no bairro Alvorada, na Zona Centro-Oeste de Manaus. Conforme a Polícia Civil, o investigador foi atingido por disparos no pescoço e no braço durante um confronto entre policiais civis e ocupantes de veículos abordados durante a ocorrência.
